quarta-feira, 4 de maio de 2011

Certezas infundadas.

 Leva se tempo até que você se assuma o responsável.
Depois não tem mais volta. 
Aí você percebe a diferença entre sonhos e objetivos.
E tenta viver com isso.

A certeza de estar no lugar errado pra fazer a coisa certa.
Mas o que eu faço com essa dúvida que me assola diariamente? 



O teu futuro é duvidoso (...)
um paraiso perigoso que a
palma da sua mão mostrou.
Bete Balanço-Cazuza ♪

quarta-feira, 27 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

(...)

Ando procurando a tênue linha que separa o
transparente do invisível.
A linha que distingue loucos e gênios.
Aquela que se parece com o muro de Berlim
e separa quem você é de quem você gostaria de ser.
 Uma linha que tomamos por hábito chamar de detalhes.

12/04/2011  18:00 hrs




Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém ♪

sábado, 2 de abril de 2011

A falta que a falta faz ♪

Ali nem acabei de falar, e em mim eu estava arrependido, com toda a velocidade.
Guimarães Rosa- Grande Sertão Veredas.


Todos os exageros, contos, casos e acasos são fruto de uma falta, de um vazio.
Esse apego rápido, essa necessidade de falar, essa insegurança repentina. Esse querer tão depressa, essa estranha intensidade, é tudo culpa da falta. Não dessa falta, de todas elas, as de antes, as que virão.
Esse derteminismo, essa prolixidade, esse déjà vu  é tudo consequencia de andar novamente a mesma estrada. Essa falta de sentido, essas certezas infundadas. Tudo isso é consequência de dar um passo adiante sabendo que o que está a sua frente é um abismo.




It's all your fault.



Mãe, te amo. 

domingo, 20 de março de 2011

Mas é tudo que eu posso oferecer ♪


Não te dizer o que eu penso já é pensar em dizer.

 
Então, sou romântica, careta, clichê e meio fútil. Apegada a velhas coisas, inclusive velhos amores. Adepta de valores fora de mercado. Pra mim copos não foram feitos para acomodar tempestades.  E estão sempre meio vazios. Gosto de pele, sorriso e prefiro as paixões. Tem que ser intenso, me fazer perder o ar, deixar de pernas bambas e sem saber o que falar. Tem que me fazer sorrir. Sou tensa, nervosa, inquieta por natureza. Não gosto de exageros. Basta eu. Sorrisos demais, simpatia demais, abraços demais (...) transborda, sobra, não agrada. Espelhos, Gadú e caneta preta. Tenho algumas preferências. Gosto de estar fora da minha zona de conforto. Prefiro homens tímidos. Amigos que discutem, pessoas que chorem, gosto de pessoas humanas. Casar nunca foi um sonho. Sei bordar, cozinhar, lavar, passar e todo o resto. Mas não obedeço a ordens masculinas. Tenho pavor de mulheres submissas, vem voz, acomodadas. Sou inconstante, insegura e facilmente irritável. Educação, respeito e sinceridade, um ótimo tripé, não acha? Frescura comigo não tem vez, odeio gente fresca, pagode baiano, vizinho protestante sem noção. Aqueles que acham que Deus é surdo. Eu sou cristã. Não gosto de rebeldia sem causa nem nada do tipo. É pré carnaval e eu to em casa, curtindo meu tédio e lembrando velhas coisas. Sou a nostalgia em pessoa. Falo muito, mas adoro o silêncio, gosto de ficar sozinha mas não de estar sozinha. Gosto de quase tudo e quase todos.



“Há quanto tempo espero seu beijo molhado de maracujá,
To me guardando pra quando o carnaval chegar. ’’

Não espero nada além de um encontro de sorrisos.

03/03/2011


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Né?

Então somos adultos.
Quando isso aconteceu?!?
Como podemos parar?
Grey's Anatomy